Convites decorados em formato de Fralda          

  • Impresso em papel cartão (12,5 x 9,5 cm), com bordas e botões costurados.
  • (espaço para símbolo predefinido ou imagem a sua escolha)  

  • Tema, cor, texto e estampa podem ser personalizados.
  •  (veja as fotos de referência de personalização) 
  • Os convites são embalados em saquinhos de Celofane com fita e perfuminho de Bebê.
  • (somente para Rio de Janeiro e Região Metropolitana)




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ATENÇÃO:

Clique em “adicionar ao carrinho” somente se tiver certeza absoluta que irá ficar com o produto e que concorda com todos os procedimentos e regras que serão descritos abaixo. Em caso de dúvida, utilize qualquer tipo de forma de contato no final do anúncio.


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                 Prazo para confecção dos convites                

Os convites só começam a ser produzidos após a confirmação do pagamento.
Tempo de confecção:

0 ~ 40 convites – 10 dias uteis
40 ~ 100 convites – 15 dias uteis

  • A elaboração do convite é feita em conjunto com o comprador após o pagamento.
(via email, tel ou skype)
  • Depois da aprovação do esboço do convite não serão feita modificações.


                                Como Comprar e Modo de Envio                       

Os links abaixo redirecionam você para nossa area de vendas no Pagamento Digital (BuscaPé), complete a quantidade desejada e clique na opção de entrega!


RETIRADA EM MÃOS
Rio de Janeiro / capital

Convites montados, embalados em papel celofane.
valor unitário R$ 3,00

Quant.:
  

Frete Grátis

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    CORREIOS
    Outras Regiões / Estados
modo e custos do envio por conta do comprador.
valor unitário R$ 3,00 + FRETE CORREIOS

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O pagamento tambem pode ser efetuado através de depósito bancário.
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se preferir tambem temos opção do MercadoPago


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Outros anúncios

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*Qualquer dúvida é só escrever no anúncio,Blog, facebook ou e-mail.
Como usar aspirador nazal

Aspirador nasal é muito importante quando o bebê fica resfriado, pois eles não sabem assoar o nariz. A marca Lillo é excelente! 





 Como usar: *Aperte a bombinha e insira o bico anatômico em uma das narinas do bebê. Tampe suavemente a outra narina do bebê e diminua gradativamente a pressão dos dedos na bombinha para que a secreção seja aspirada.
*Ao inserir o Aspirador Nasal Lillo
na narina do bebê, faça-o com cuidado e delicadeza, já que um movimento brusco pode machucá-lo.
*Logo após o uso, desmonte e lave o Aspirador Nasal Lillo em água corrente e sabão neutro.
*Para uma melhor higienização, ferva o bico, não a bombinha.





 Olá mamães! Seguem algumas dicas para o cuidado com as mamas e uma amamentação bem sucedida:

 Fiz esses cuidados e nunca tive nenhuma rachadura ou problema na amamentação.

1- Se você ainda é gestante, a partir do 8º mês, é bom começar a usar pomada para os mamilos e aureolas, por ex: MASSÊ GESTAÇÃO da Johnsons. Passe nas aureolas 1 ou 2x por dia, previne fissuras ou rachaduras.

2- Se você não tem bico ou possui "pouco" bico, é recomendado o uso de conchas de amamentação rígida no finalzinho do período de gestação, para ajudar na sua "formação". Usar também após o nascimento do bebê para descartar o leite em excesso, previnindo o leite de "empedrar", além de ajudar a mama a respirar por não estar em contato com o sutiã.

3-Se você tem bico pode usar a concha de amamentação macia, para descartar o leite em excesso previnindo de "empedrar", ajuda a mama a respirar por não estar em contato com o sutiã.

4-Usar creme de Lanolina sempre após as mamadas, pq os mamilos ficam "machucados" após a sucção do bebê. Assim eles sempre vão estar hidratados e cicatrizados de qualquer desgaste na pele. O creme é 100% natural por isso pode entrar em contato com a boca do bebê, não tem contra indicação, ele previne rachaduras nas mamas além de deixar uma película protetora após a aplicação.

5- Estar atenta para que a boca do bebê sempre abocanhe toda aureola, se ele mamar só o biquinho vai machucar a mama. E se possível tome sol da manhã nas mamas por 5 minutinhos todos os dias.


6- Beba MUITA água, quanto mais água mais leite será produzido.


Link pomada MASSÊ GESTAÇÂO http://www.jnjbrasil.com.br/nossosprodutos/masse/massegestacao

LINK pomada de Lanolina http://lansinoh.com.br/

Como usar conchas de amamentação: http://jujubinhaconvites.blogspot.com.br/search/label/forma%C3%A7%C3%A3o%20dos%20mamilos

Lenços umidecidos Pampers Sensitive



 É uma ótima opção para as trocas de fralda do recém nascido por ser muito suave e não irritar a pele do bebê.

Praticidade e qualidade - Fabricados com loção e água purificada

 Com os lenços umedecidos Pampers, a impressão é de que o seu bebê acabou de sair do banho, pois são fabricadas com loção exclusiva de PH balanceado que deixam seu bebê com um cheirinho sempre delicioso.
Para manter a pele do bebê limpa e protegida contra bactérias e infecções, os lenços contêm água purificada, são super práticos para a higiene diária e não correm risco de rasgar durante a higienização, pois são produzidos com fibras super-resistentes e flexíveis.
Estas fibras esticam e se adaptam melhor à pele do bebê, o que permite uma limpeza eficiente e delicada. Os lenços são embalados individualmente e muito fáceis de retirar, e a embalagem, que contém 50 unidades, é prática é compacta para ser carregada na bolsa.
 
Características gerais 
 
- Especial para bebês que possuem pele sensível
- Camada de Aloe e Vera ajuda a evitar irritações na pele do bebê
- Sem perfume 
 
 
 

 http://www.extra.com.br/bebes/higieneebanho/lencosumedecidosparabebes/lencos-umedecidos-pampers-sensitive-c-56-unidades-474198.html

Para o cuidado da região íntima da mulher no período da gravidez, Lucretin Gestante, ótimo sabonete líquido.





 Lucretin Gestante – indicado para o período da gestação, quando os níveis hormonais estão flutuantes e é muito comum o aparecimento de corrimentos, infecções genitais, ardores e aumento do risco de candidíase vulvo-vaginal. É fundamental evitar ao máximo o aparecimento de alergias, e por isso é indicado o uso de produtos mais suaves. O produto não tem conservantes nocivos e apresenta fórmula mais suave para a região íntima.

http://www.lucretin.com.br/produto_gestante.php

Gatos e grávidas: mitos e verdades

 

Embora a transmissão da toxoplasmose seja atribuída ao gato ela é transmitida mais frequentemente por outros meios e quem sofre é o bichano. Cuidados simples permitem a convivência entre gatos e gestantes sem prejuízos.

 

Durante a gestação, muitas proprietárias de gatos ficam com dúvidas sobre a segurança no convívio com esses animais. Algumas pessoas acreditam que os gatos transmitem doenças ao ser humano, e que o convívio desses pets com mulheres grávidas pode ser potencialmente perigoso. O maior receio é em relação a toxoplasmose.
Mulher grávida brincando com seu gato
A toxoplasmose é causada pelo protozoário parasita Toxoplasma gondii. O contágio pela toxoplasmose durante o período de gestação pode causar aborto, má formação fetal, sequelas neurológicas e problemas oculares.
Existe ainda o mito de que a toxoplasmose é a “doença do gato”, e esse pensamento equivocado é comum mesmo entre muitos médicos. No entanto, já é cientificamente comprovado as formas de contágio mais frequentes são:

  • Ingestão de carne contaminada mal cozida ou crua;
  • Ingestão de alimentos contaminados por faca ou utensílios que tiveram contato com carne crua contaminada;
  • Beber água contaminada pelo parasita toxoplasma;
  • Ingestão de frutas ou verduras que tiveram contato com terra contaminada e não foram devidamente higienizadas.


Os gatos podem transmitir a doença, mas para isso ocorrer eles  devem estar infectados. Isso ocorre ao comer roedores, passarinhos e outros animais contaminados. O parasita então é passado nas fezes do gato na forma de oocisto, que é microscópio e pode ser ingerido pelo ser humano em algumas situações:

  • Após limpar a caixa de fezes do gato;
  • Comer alguma coisa que entrou em contato com fezes de gato infectado com toxoplasma.

O gato que fica dentro de casa, sem o hábito de caçar, pode não estar infectado com a toxoplasmose. Um exame simples de sangue  no felino é suficiente para eliminar as dúvidas.

Algumas dicas para evitar a contaminação: 

  • Lavar as mãos após o contato com carne crua; 
  • Lavar pias, tábuas de carne e outros utensílios; 
  • A carne deve ser cozida para o consumo;
  • Lavar bem as frutas e verduras; 
  • Limpar diariamente a caixa sanitária do gato, pois assim as fezes são removidas antes que os “ovos” possam se tornar contaminantes. As mulheres grávidas devem evitar essa tarefa, ou utilizar luvas e depois lavar bem as mãos;
  • Não alimentar os gatos com carne crua, vísceras ou ossos e não permitir que saiam de casa para que evitem o hábito da caça; 
  • Combater vetores, como insetos, por exemplo.

O convívio com animais é muito benéfico para nós, em todas as fases da vida. De forma segura e saudável, essa relação nos proporcionará momentos de felicidade. Por isso, tomando os devidos cuidados, não há necessidade alguma de se privar do convívio com os bichanos durante a gravidez.
Como usar conchas de amamentação e para que serve:

 
 Modo de usar:


-Evitam que a mama fique muito cheia e dolorida.


-Auxiliam na cicatrização de rachaduras


-Mantém o mamilo saliente, arejado e sem atritos com o sutiã.


-Possuem uma barreira interna que ajuda evitar o vazamento de leite na roupa.


-Recolhem o excesso de leite, diminuindo as chances de empedramento do leite


-Ajuda na formação dos mamilos ( mamilos invertidos, reclusos ou pequenos)



 Quais os tipos?

 Conchas de Base Rígida

 Mais indicada para quem tem problemas na formação dos bicos dos seios.

Conchas de Base Flexível

 Mais indicada para quem não tem problema na formação dos bicos, a base é feita em silicone, fazendo uma pressão mais suave.



· Lavar com água e sabão neutro e secar bem antes de usar.

· Acomode a Concha no sutiã com os furos de ventilação para cima conforme figuras A, B e C.

· Retire as conchas quando amamentar.

· Desaconselhável dormir com as conchas.


 *O leite que vaza no interior da concha não poderá ser usado ou doado, exceto com instruções de esterilização para coleta, pois a coleta inadequada poderá contaminar o leite.


 

Dr. Karp e os 5 passos para acalmar o bebê

 

A teoria do Dr. Karp baseia-se no fato de que os recém-nascidos humanos não são como os de outros mamíferos, que já são capazes de caminhar e correr no primeiro dia de vida. Nossos RN’s são “imaturos”, mais parecidos com fetos que com bebês mais velhos, já que passam a maior parte do tempo dormindo e alimentando-se.

Os RN’s humanos seriam imaturos porque nossa sobrevivência depende de cérebros grandes, então eles são “expulsos” do útero antes de estarem completamente prontos, porque a cabeça de um bebê de 3 meses de idade não passaria no canal de parto.

Nos primeiros 3 meses de vida, o bebê é tão imaturo que realmente seria benéfico a ele que voltasse para o útero sempre que a vida aqui fora estivesse difícil. Como não somos cangurus, o que podemos fazer é tornar o ambiente extra-útero o mais parecido possível com o intra-uterino.

Como é lá no útero?

O bebê no útero fica apertadinho, na posição fetal, envolvido por uma parede uterina morninha, sendo balançado para frente e para trás a maior parte do tempo. Ele também estava ouvindo constantemente um barulho “shhhh shhhh”, mais alto que o de um aspirador de pó (o coração e os intestinos da mãe).

A reprodução das condições do ambiente uterino leva a uma resposta neurológica profunda “o reflexo calmante”.

Da mesma forma que o martelinho no joelho só leva ao reflexo de levantar a perna se o médico bater no local específico, os métodos para acalmar o bebê só funcionam se forem feitos da forma correta. Quando aplicados corretamente, os sons e sensações do útero têm um efeito tão poderoso que podem relaxar um bebê no meio de uma crise de choro.

10 Maneiras de Reproduzir o Ambiente Uterino

1. Segurar o bebê
2. Dançar com o bebê
3. Embalar o bebê
4. Embrulhar o bebê bem apertadinho
5. Ligar um barulho contínuo (shh shh) ou cantar
6. Passear no carro
7. Caminhar com o bebê
8. Amamentar
9. Dar ao bebê algo para sugar
10. Colocar o bebê num balanço

Os 5 S para Acalmar um Bebê até 3 Meses

Os 5 métodos para acalmar um bebê até 3 meses de idade são extremamente eficazes SOMENTE quando executados corretamente. Sem a técnica correta e o vigor necessário, não adiantam em nada.

1. Swaddling (embrulhar o bebê apertadinho)

A pele é o maior órgão do corpo humano e o toque é o mais calmante dos cinco sentidos. Embrulhadinho, o bebê recebe um carinho suave. Bebês alimentados mas nunca tocados freqüentemente adoecem e morrem. Estar embrulhadinho não é tão bom quanto estar no colo da mãe, mas é um ótimo substituto para quando a mãe não está por perto.

Bebês podem ser embrulhados assim que nascem. Apertadinhos, de forma que não mexam os braços. Eles se sentem confortáveis, “de volta ao útero”. Bebês mais agitados precisam mais de ser embrulhados, outros são tão calmos que não precisam.

Se o bebê tem dificuldade para pegar no sono, pode ser embrulhado apertadinho, não é seguro colocar um bebê para dormir com um cueiro solto.

Não permita que o cueiro encoste no rosto do bebê. Se estiver encostando, o bebê vai virar o rosto procurando o peito, ao invés de relaxar.

Todos os bebês precisam de tempo para espreguiçar, tomar banho, ganhar uma massagem. 12-20 horas por dia embrulhadinho não é muito para um bebê que passava 24 horas por dia apertadinho no útero. Depois de 1 ou 2 meses, você pode reduzir o tempo, principalmente com bebês tranqüilos e calmos

2. Side/Stomach (posição de lado)

“Quanto mais nervoso seu bebê estiver, pior ele fica quando colocado sobre as costas. Antes de nascer, seu bebê nunca ficou deitado de costas. Ele passava a maior parte do tempo na posição fetal: cabeça para baixo, coluna encolhida, joelhos contra a barriga. Até adultos, quando em perigo, inconscientemente escolhem esta posição.

Segurar o bebê de lado ou com a barriga tocando os braços do adulto ajuda a acalmá-lo (a cabeça fica na mão do adulto, o bumbum encostado na dobra do cotovelo do adulto, com braços e pernas livres, pendurados). Carregar o bebê num sling, com a coluna curvada, encolhidinho e virado de lado, tem o mesmo efeito. Em muitas culturas os bebês passam 24 horas por dia pendurados às mães (em algumas dessas culturas não há sequer uma palavra para designar “cólica do recém-nascido).

Atualmente especialistas são unânimes em dizer que bebês NÃO DEVEM SER POSTOS PARA DORMIR DE BRUÇOS, pelo risco de morte súbita.

O bebê não sente falta de ficar de cabeça para baixo, como no útero, porque na verdade o útero é cheio de fluido e o bebê flutua, como se não tivesse peso algum. Do lado de fora, sem poder flutuar, virado de cabeça para baixo, a pressão do sangue na cabeça é desconfortável.”

3. Shhhh Shhhh – O som favorito do bebê

“O som “shhh shhh” é parte de quem somos, tanto que até adultos acham o som das ondas do mar relaxante.

Para bebês novinhos, “shhh” é o som do silêncio. Ele estava acostumado a ouvir tal som 24 horas por dia, tão alto quanto um aspirador de pó. Imagine o choque de um bebê acostumado a tal som chegando a um mundo onde as pessoas cochicham e caminham na ponta dos pés, tentando fazer silêncio !

Coloque sua boca 10-20 cm de distância dos ouvidos do bebê e faça “shhh”, “shhh”. Aumente o volume do “shh” até ficar tão alto quanto o choro do bebê. Pode parecer rude tentar “calar” um bebê choroso fazendo “shh”, mas para o bebê, é o som do que lhe é familiar.

Na primeira vez fazendo “shhh”, seu bebê deve calar pós uns 2 minutos. Com a prática, você será capaz de acalmar o bebê em poucos segundos. É ótimo ensinar isso aos irmãos mais velhos, que adorarão poder ajudar e acalmar o bebê.

Para substituir o “shhh”, pode-se ligar:
- secador de cabelos ou aspirador de pó
- som de ventilador ou exaustor
- som de água corrente
- um CD com som de ondas do mar
- um brinquedo que tenha sons de batimentos cardíacos
- rádio fora de estação ou babá eletrônica fora de sintonia
- secadora de roupas ligada com uma bola de tênis dentro
- máquina de lavar louças

O barulho do carro ligado também acalma a criança.

4. Swinging – Balançar

“A vida era tão rica no útero. Rica em sons e barulhos. Mas a maior parte era movimento. Movimento contínuo. Quando a mãe senta, levanta, caminha e vira o corpo – movimento, movimento, movimento.”
(Frederick Leboyer, Loving Hands)

Quando pensamos nos 5 sentidos – visão, audição, tato, paladar e olfato – geralmente esquecemos o sexto sentido. Não é intuição, mas a sensação de movimento no espaço.

Movimento rítmico ou balanço é uma forma poderosa de acalmar bebês (e adultos). Quem não se lembra de adormecer quase de forma hipnótica como movimento de uma rede ou de um trem ? Por que tais movimentos trazem um relaxamento tão profundo ? Porque o balanço imita o movimento que o bebê sentia no útero materno e ativa as sensações de “movimento” dentro dos ouvidos, que por sua vez ativam o reflexo de acalmar.

Como balançar?
1. Carregando o bebê num “sling” ou canguru;
2. Dançando (movimentos de cima para baixo);
3. Colocando o bebê num balanço;
4. Dando tapinhas rítmicos no bumbum ou nas costas;
5. Colocando o bebê na rede;
6. Balançando numa cadeira de balanço;
7. Passeando de carro;
8. Colocando o bebê em cadeirinhas vibratórias (próprias para isso);
9. Sentando com o bebê numa bola inflável de ginástica e balançando de cima para baixo com ele no colo;
10. Caminhando bem rapidamente com o bebê no colo.

A diferença entre balançar e sacudir

“O ato de sacudir podendo causar a síndrome do bebê sacudido (shaken baby syndrome) é tão violento que pessoas observando a situação podem reconhecer como perigoso e capaz de matar a criança” (Academia Americana de Pediatria, Julho 2001)

Quando balançar o bebê, seus movimentos devem rápidos mas curtos. A cabeça do bebê não fica sacudindo freneticamente. A cabeça move no máximo 2-5 cm de um lado para o outro. A cabeça está sempre alinhada com o corpo e não há perigo de o corpo mover-se numa direção e cabeça abruptamente ir na direção oposta.

5. Sugar – a cobertura do bolo

Agira que seu filho irrequieto começou a se acalmar com as quatro primeiras etapas, ele já está pronto para a quinta e gloriosa fase: sugar. Trata-se da cobertura do “bolo da calma”, pois induz a criança, que já está mais tranqüila, a alcançar um estágio de profunda tranqüilidade.
Obviamente, é mais difícil para seu filho gritar com uma chupeta na boca, mas não é por essa razão que sugar tem um efeito calmante. Na verdade, esse ato afeta o sistema nervoso infantil, aciona o reflexo calmante e libera substâncias naturais no cérebro, que provocam, em questão de minutos, um alto nível de relaxamento e satisfação.
Alguns pais dão aos filhos mamadeiras ou chupetas, mas em qualquer lugar do mundo e em qualquer época, o brinquedo favorito de sucção é o bico do seio da mãe. Como já mencionamos, em algumas sociedades, para tranqüilizar os bebês, as mães oferecem o seio quase cem vezes por dia

Em resumo, as duas primeiras etapas – embrulhar e colocar de lado/de bruços – iniciam o processo de apaziguamento ao impedir que braços e pernas se agitem, ao “desligar” o reflexo de Moro e ao ajudar o bebê a se concentrar em você à medida que o reflexo calmante começa a ser ativado. A terceira e quarta etapas – fazer só… e balançar – interrompem o ciclo do choro ao ativar o reflexo calmante e tranqüilizar o sistema nervoso da criança. A quinta etapa – sugar – mantém o reflexo atuando e permite que o bebê consiga relaxar profundamente.
As cinco etapas são recursos fantásticos, mas como qualquer ferramenta, a habilidade de usá-las aumenta com a pratica. Uma vez que o reflexo só funciona se acionado na ordem correta, você vai descobrir que dominar essa técnica antiga é a primeira tarefa importante da maternidade.
Interessante notar que não só os pais melhoram com a pratica, mas também os bebês. Muitos pais percebem que, depois de algumas semanas embrulhando-os com firmeza, os bebês começam a esticar os braços e a se acalmar no instante em que são postos sobre o cobertor. É como se eles dissessem “eu me lembro, eu gosto disso”.
Você pode ler sobre as cinco etapas e pensar: o que há de novo? Esses procedimentos são conhecidos há séculos. E você estaria parcialmente certa. As etapas em si não são novas; a novidade, entretanto, são os dois conceitos essenciais que as tornam realmente eficazes: a vigor e a combinação entre elas.

Bebês pequenos e separação das mães

A preocupação das mães ao verem seus bebezinhos requerem contato contínuo com elas, quase que 24 horas por dia, e não entenderem porque disso ou receberem conselhos contrários a atender suas necessidades, é muito frequente.
Veja o que diz Dr. Sunderland:

Quando muito pequenos, os bebês não suportam a separação das suas mães. É impossível para seu cérebro em desenvolvimento entender que a mãe, longe do seu campo visual, continua existindo. Aos poucos, com o desenvolvimento cerebral e as experiências de ida-e-vinda da mãe, ele se torna capaz de manter a mãe viva mesmo sem poder vê-la.
Ele desenvolve a noção de permanência, ao mesmo tempo que adquire capacidade de maternar-se. Ele desenvolve uma série de comportamentos que simbolizam sua mãe, e a faz presente na ausência. Logo seu medo e angústia diante da separação cede lugar à certeza que não há qualquer perigo.

Esses sistemas de medo e angústia de separação se tornam muito menos sensíveis com o tempo, por causa do desenvolvimento do cérebro que começa naturalmente a inibi-los.Ou seja, quando as crianças compreendem racionalmente que não há qualquer perigo, que os pais estão no quarto ao lado e que, se precisarem, eles virão ao seu encontro, são capazes de dormir sozinhas sem chorar e sem os chamar se não houver qualquer problema, embora às vezes seu instinto continue a dizer-Ihes outra coisa. 

(Fonte: Margot Sunderland, The science of parenting. DK Publishing Inc. (2006).)



    
Coisas que ninguém te conta sobre a hora de amamentar:


 Recém-nascido: 18 cuidados essenciais






1. Por que o recém-nascido chora tanto?

 O bebê chora porque quer alguma coisa. Os motivos variam: fome, fralda suja, frio, calor, posição desconfortável, incômodo, irritação por barulho ou luz, estresse diante da movimentação de adultos e por aí vai. É claro que, às vezes, o cansaço e a falta de sono podem fazê-lo perder a paciência. Mas lembre: essa é a única forma de expressão do pequeno. Se você perceber que está irritada demais, peça ajuda a alguém, tente sentar, respirar fundo e se acalmar. Tudo vai dar certo. Mesmo porque, a partir dos quatro meses, a tendência é que o pequeno chore menos.



2. O que posso fazer para aliviar as cólicas?
 A cólica é um fantasma que habita o inconsciente coletivo das mães, já que ela realmente pode tornar a vida dos pais um tanto angustiante nas primeiras semanas de vida da criança. Mas não perca as estribeiras. As cólicas são normais. Fazem parte do amadurecimento natural do sistema digestivo do pequeno. E não adianta medicar ou dar produtos naturais. Isso pode ser até perigoso, causando intoxicações. O melhor remédio é o leite materno. Aquecer a barriga, aconchegar o bebê e deixá-lo na posição fetal também são medidas que ajudam a contornar a situação. Agora, é preciso saber se a cólica é mesmo o motivo da choradeira. A confusão é bastante comum. Choro de cólica é aquele mais intenso, que começa e termina de forma repentina.



3. Posso dar água ou chá para meu bebê?

 De preferência, não. O leite materno nutre, hidrata e acalma, suprindo todas as necessidades da criança. Quando a mãe dá chá ou água, o pequeno deixa de tomar o leite materno e ingere quantidades menores de proteínas e calorias necessárias para o seu desenvolvimento. Sem falar que a maioria dos chás contém estimulantes que deixam o bebê agitado. Se forem servidos com açúcar, pior ainda. Os grãos podem fermentar e causar cólicas. Além disso, há o risco da chamada confusão de bicos, que faz com que a criança largue o peito da mãe sem necessidade e adote a mamadeira.



4. Qual o jeito certo de segurá-lo?

 É normal: carregar um recém-nascido dá aflição. Até mesmo para a mãe. Afinal, segurar no colo alguém tão pequenino e flexível requer bastante cuidado – mas nada que você não tire de letra nos primeiros dias. Como a musculatura do pescoço é pouco desenvolvida, é preciso apoiar bem a cabeça e as costas do bebê. A melhor maneira de fazer isso é encaixar a cabeça na dobra do cotovelo e as costas no antebraço. Importante: nunca faça movimentos bruscos e preste atenção para não pressionar demais, ou bater, a parte superior da cabeça da criança, também chamada moleira, já que os ossos do crânio ainda não estão totalmente formados.



5. Qual o melhor horário para dar o banho?
 Não existe regra. Em geral, as mães preferem dar à noite para acalmar a criança antes do sono, além de contar com a ajuda do marido. Mas o critério é pessoal. Pode ser em qualquer horário. O mais importante é verificar a temperatura da água com a parte sensível do seu braço, ou com o punho. Se estiver morna, coloque o bebê ali sem receio. Não há necessidade de termômetro. Mas, caso queira usá-lo, veja se marca algo entre 36 e 37 ºC. Ao entrar na água, ele chora? Não se culpe por isso. É normal esse tipo de coisa acontecer. Os pequenos se assustam nessa hora por insegurança. Para contornar a situação, enrole-o em uma fralda de pano em posição fetal. Isso lhe trará o conforto e a segurança de que tanto necessita. Depois, vá soltando a criança ao poucos, até ela se acostumar.



6. Em que posição devo colocá-lo para dormir?
 De barriga para cima, e sem neura. Os estudos mais recentes mostram isso. Fique tranquila se o leite voltar. Seu pequeno terá reflexos para se defender. Ainda assim, é muito importante só deitá-lo depois de arrotar. Se a criança regurgita demais, é possível usar suportes triangulares para mantê-la deitada de lado, sempre com travesseiro do tipo antissufocamento. Em caso de refluxo, além do acompanhamento médico, procure inclinar a base do berço o máximo que der. Só não passe dos 45 graus.



7. É normal fazer cocô muitas vezes num único dia?
 No começo, o bebê evacua a cada mamada. Como ele só se alimenta de leite, é absolutamente normal que as fezes sejam pastosas. Em alguns casos, podem até ser líquidas com gruminhos. Por isso, não precisa se preocupar: ele não está com diarreia. A cor também é bastante característica: amarelo-ouro.



8. Tudo bem se ele ficar muitos dias sem fazer cocô?

 O recém-nascido pode ficar até dois dias sem evacuar. Isso não é comum, principalmente em crianças que mamam no peito, mas pode acontecer. Uma dica é estimular o ânus do bebê com uma gaze enrolada no dedo. Em geral, só de tocar superficialmente a região, o pequeno já consegue fazer cocô. Se o problema persistir, procure um pediatra.



9. O bebê precisa arrotar toda vez que mama?

 Ele não precisa necessariamente arrotar, mas o ritual do colo é fundamental e tem de ser repetido depois de cada mamada. Deixe a criança em posição vertical deitada de barriga sobre seu tórax e dê tapinhas muito sutis nas costas. Ela deve arrotar logo. Agora, se não ouvir a eructação (sim, esse é o nome) após 15 minutos, pode deitá-la sem medo. O arroto é importante porque o bebê engole ar enquanto suga o leite e precisa colocá-lo para fora. Caso contrário, vai ficar incomodado e até regurgitar.



10. Posso sair pra passear com ele?

 Sim, desde que siga algumas regras básicas. A primeira delas, muitas vezes esquecida, é colocar a criança sempre na cadeirinha própria para transporte em automóveis. Outra: fuja de locais fechados e aglomerações, mesmo que seja na casa dos avôs. Um simples resfriado pode ter consequências mais sérias em um recém-nascido. O frio e o vento também podem ser bastante nocivos para o bebê. Procure agasalhar principalmente a cabeça dele. Mas sem exageros. Calor demais faz mal.

11. Será que ele está com frio? Devo caprichar nos agasalhos?

 O excesso de roupa pode causar até febre ou desidratação no bebê. Fique atenta a isso. A sensação de frio do recém-nascido não é muita diferente da sua. Enrolá-lo em duas cobertas numa tarde quente de primavera seria uma decisão errada. Se a temperatura for de 30 °C, pode deixá-lo com uma camiseta de manga curta e tecido fino.



12. As visitas podem carregar o bebê?

 Podem, mas nada de beijo. Exija também que todos lavem as mãos. E gente espirrando nem deve passar perto do pequeno – o melhor é aparecer outro dia. É que nessa fase as defesas das crianças, principalmente contra os famigerados vírus, ainda estão em desenvolvimento. Outra coisa importante: não permita tumultos em casa ou a peregrinação de colos. Tanto você como o bebê precisam de tranquilidade. Aliás, as visitas devem permanecer na sala e não no quarto do bebê. Se alguém insistir em vê-lo dormindo no berço, permita apenas uma pessoa por vez. A presença de muitas pessoas pode estressá-lo.



13. Preciso acordá-lo de três em três horas para mamar?

 Quem decide a hora de mamar é a criança. Dê o peito a ela sempre que quiser. Em geral, isso deve acontecer sete ou oito vezes ao dia, o que significa uma mamada a cada três horas. Mas podem ser dez ou seis, e tudo bem! Não existe regra. Agora, se você tem um filhote muito dorminhoco, uma dica é aproveitar as trocas de fralda, que devem acontecer a cada quatro horas no máximo, para oferecer o peito.



14. Será que ele tem refluxo?

 O refluxo é a exceção, e não a regra. Ele só se caracteriza quando a criança perde peso mesmo mamando. Daí a importância do acompanhamento médico. Mas a regurgitação é normal. É um fenômeno que acontece por causa da imaturidade da válvula que controla a passagem do leite no esôfago. Ou, então, porque o bebê mamou mais leite do que seu estômago comporta. Seja como for, não se desespere cada vez que o líquido voltar. Procure apenas fazê-lo arrotar após as mamadas e, se ele é desses que expelem golfadas em forma de jatos, procure inclinar a base do berço.



15. E se meu leite for fraco?
 Não existe leite fraco ou forte. A mãe produz todos os nutrientes necessários para seu filho. O que acontece é que a composição do líquido varia. Assim, as quantidades de proteínas e gorduras mudam de uma mamada para outra ou até durante uma mesma mamada. Por isso, é fundamental que o pequeno esvazie os dois peitos por completo – e que você esteja a postos para oferecê-los sempre que ele quiser. Além de ter a certeza de que a criança está bem nutrida, isso vai ajudar você a voltar à forma mais rapidamente. É que o hormônio responsável pela reposição de leite é o mesmo que estimula a contração do abdômen.


 16. O que faço para o bebê conseguir mamar?

 Amamentar é uma tarefa que exige orientação. Não ache que você vai conseguir dar o peito com facilidade para seu primeiro filho sem receber alguma instrução. Nessa hora, avós, enfermeiras e até médicos se tornam tutores. No passado, a mulher recebia todas as referências em casa. Hoje em dia, as famílias estão mais dispersas e menos participantes. Por isso, fique alerta. Existem técnicas para tornar os mamilos mais propensos à amamentação, inclusive para evitar rachaduras. Agora, se o bebê demorar para pegar o peito e começar a chorar, não se desespere. E, principalmente, não desista do aleitamento. Vale a pena ter paciência e insistir.



17. Posso mexer no umbigo do meu filho?

 Não só pode como deve. Ignore qualquer um que fale o contrário. Com o tempo, essa cartilagem vai secar e cair. Mas é preciso limpá-la para evitar contaminações. E isso não causa dor na criança. Portanto, faça o curativo sempre, de preferência após o banho. Sair sangue também é comum, não se preocupe. Use cotonete com álcool 70%, contornando o umbigo com delicadeza e sempre em um único sentido – no sentido horário, por exemplo. Ele vai cair entre sete e 14 dias.



18. Posso comer qualquer coisa ao amamentar?
 O ideal é seguir uma dieta saudável, rica em frutas, legumes, verduras e grãos integrais. Água também é muito importante. Procure beber de 1 litro e meio a 2 litros além do que você já consome – tenha sempre uma garrafinha por perto e tome mesmo sem ter vontade. A água é essencial para a formação do leite. Temperos mais fortes, como alho e pimenta, são contraindicados. Eles alteram o gosto do leite e isso pode ter reflexos na amamentação. Chocolate, café, erva-mate e outros alimentos do gênero também devem ser evitados. A cafeína agita a criança e atrapalha o sono. Por fim, evite exagerar no leite de vaca, que pode induzir a uma intolerância da criança à proteína desse alimento.





A chegada do bebê e seu cãozinho

A chegada do bebê e seu cãozinho
   
  Nas família de hoje os cães tem papel importante na vida familiar e com isso se sentem partes integrantes,exigindo atenção e carinho e mesmo exclusidade dos donos, por isso achegada de um novo membro na família precisa ser bem pensado e preparado, assim se evita ciúmes e rivalidade do cão para o bebê.
O ideal é preparar o ambiente antes do retorno da marternidade da mãe e o bebê.
É preciso fazer com o cão aceite e reconheça este novo ser pelo que o cão tem de mais apurado ou seja o olfato, coloque algumas fraldas compradas exclusivamente com esta finalidade, junto ao bebe e depois leve para que o cão começe a se familiarizar com o cheiro do pequeno. 
Ao chegar em casa chame seu cão e apresente o novo integrante da família, haja com naturalidade, e observe o cão e sua reação.
Com jeitinho será mais fácil e menos traumatico promover a interação entre todos os membros da família!

Ainda na maternidade, é importante que sejam levados alguns panos novos e limpos para ficarem em contato com o nenê. Depois, alguém deve trazer esse paninhos para casa, e deixá-los nos locais onde o cão costuma fazer coisas prazerosas:

debaixo da vasilha de ração, na caminha do animal, junto aos brinquedos dele… Enfim, qualquer lugar que o cachorro relacione com atividades legais. Os cães possuem um olfato extremamente apurado, e o contato com os panos fará com que ele comece a se familiarizar com o cheiro do bebê e relacione esse cheiro com coisas boas como comer, dormir e brincar.

Ao chegar em casa, o ideal é agir com naturalidade, mesmo com a presença do nenê. Alguns cães ficam desconfiados, ou estranham o choro da criança, ou os movimentos. Então, neste primeiro momento, evite contato direto do focinho do cachorro com o bebê. O melhor é que a aproximação seja gradual, de acordo com a aceitação e tranquilidade do cão.

Outro fator relevante é o aumento no número de visitas na casa. Com toda essa movimentação fora do comum, o cão pode ficar estressado, associando a chegada de pessoas e mesmo a presença da própria criança com a perda de espaço, carinho e atenção. Portanto, toda vez que o cachorro tiver uma aproximação amigável com o bebê, ou com as visitas, ele deve ser recompensado com um petisco ou um carinho. No entanto, evite recompensar atitudes muito bruscas, como ficar pulando ou quando ele estiver agitado… Prefira dar ênfase a comportamentos mais tranquilos, pois, assim, o cão passará a valorizá-los também. Aulas de adestramento são muito úteis para ajudar nesse processo!

O cachorro deve possuir brinquedos que realmente goste, e que possa destruir. Assim, toda vez que precisar dar atenção exclusivamente ao bebê, ofereça um brinquedo bem legal, ou um ossinho próprio para cães, de acordo com a recomendação do veterinário, para que o cão fique interagindo com o objeto, e não se sinta rejeitado.

Com o passar dos dias, a segurança vai aumentando, e a aproximação pode ser maior. A convivência entre cães e crianças é muito benéfica para ambos, e pode e deve ser incentivada. Porém, mesmo se tratando de um animal extremamente dócil e carinhoso, o contato entre o cachorro e o nenê deve ser feito sempre sob supervisão para evitar acidentes!

Evite também mudanças bruscas na rotina do animal. Os passeios e brincadeiras com o cão devem continuar na mesma intensidade nessa época, para evitar ansiedade e o surgimento de compulsões e comportamentos destrutivos ou indesejados. Os limites também devem continuar firmes. Muitas vezes, na tentativa de “compensar” o tempo que se passa longe do cachorro, o dono deixa que cão faça o que quiser… E isso não deve acontecer.

E lembre-se: o mais importante é a qualidade do tempo que o proprietário passa com o cachorro. Por isso, educação, carinho e respeito devem sempre fazer parte da rotina do animal, em qualquer situação.

fonte:guiadobebe
Caroline Serratto
Zootecnista, escritora e adestradora




Ômega 3 na gravidez garante bebê inteligente

Além de fazer bem para a criança, ele reduz as chances de depressão pós-parto.

Descobriu que está grávida? Depois da felicidade da notícia, é hora de ficar vigilante na alimentação e no peso. Um bom cardápio nessa fase ajuda a espantar o enjoo matinal, azia, prisão de ventre e a manter a forma ideal. Além disso, uma dieta balanceada também contribui para o desenvolvimento saudável do bebê.

Na lista dos alimentos que devem entrar na dieta da futura mamãe estão grãos integrais, derivados do leite, proteínas, vegetais e frutas. Eles devem estar incluídos em algumas das seis refeições diárias da gestante.

O ômega 3 - presente no azeite de oliva e em peixes de água fria, como salmão, atum e sardinha - também precisa ser incluído na dieta. De acordo com a nutricionista Letícia Matrak, pesquisas apontam que o ômega 3 consumido na gestação aumenta de 20% a 30% o QI da criança. Para as gestantes, ele reduz as chances de depressão pós-parto, que ocorre em cerca de 30% das mulheres.

A quantidade diária necessária está presente ainda em um sanduíche de atum ou em uma porção de salmão. Mas também pode ser suplementado com barras de cereais enriquecidas ou cápsulas de óleo de peixe, e algumas vitaminas pré-natais.


Passe longe
As gestantes precisam tirar da lista frituras e alimentos gordurosos. Elas demoram muito tempo para serem digeridas, podendo provocar azia. Biscoitos, salgadinhos, refrigerantes e os demais industrializados também devem ser evitados, bem como balas, doces e o excesso de açúcar.

A cafeína é outro item que pode trazer problemas. E bebidas alcoólicas, nem pensar. Para beber, prefira sucos naturais, e água deve ser ingerida constantemente, cerca de 8 vezes ao dia, entre as refeições. Isso ajuda a diminuir a constipação intestinal, mais comum no final da gravidez.

Para além da alimentação, as futuras mamães não podem se esquecer da prática de atividades físicas, como hidroginástica e ioga. Elas são leves e não possuem grande impacto, além de contribuírem para relaxar a mente.

Elimine a gordura e espante a náusea
No primeiro trimestre de gestação é comum o aparecimento de náuseas. Pela manhã é mais comum, podendo ocorrer em qualquer horário do dia. Para diminuir a sensação, faça pequenas e frequentes refeições, com alimentos que contenham baixo teor de gorduras, pois são mais fáceis de digerir.

FONTE: http://gazetaonline.globo.com/


 Para os papais e mamães também! como trocar a fralda do bebê:

Este Vídeo é do Blog PAIciência, excelente blog que mostra que os papais também sabem cuidar muito bem dos seus filhos! http://paiciencia.blogspot.com/ Vale a pena conferir: